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Saturday, May 30, 2009
Friday, May 29, 2009
Das incompatibilidades amorosas
Ouvido por acaso em Lisboa, na passada 4ª feira. Alguém tentava explicar a uma amiga porque é que uma relação não estava a correr como desejado:
"ela é muito primavera-verão, enquanto eu sou mais outono-inverno"
Saturday, May 09, 2009
Tuesday, April 21, 2009
Thursday, October 30, 2008
Não Confundas o Amor Com o Delírio da Posse
A propósito da conversa que tive hoje com a Sara, a quem dedico esta passagem:
"Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos. Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. (...). Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado. O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca."
in "Cidadela", Antoine de Saint-Exupéry
"Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos. Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. (...). Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado. O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca."
in "Cidadela", Antoine de Saint-Exupéry
Saturday, October 11, 2008
Sobre o amor
“ (…) Pouca coisa sabemos. Mas sempre sabemos que nos devemos ater ao que é difícil, e isso é uma certeza que nunca nos abandonará. É bom estar só, porque também a solidão resulta ser difícil. E algo que seja difícil deve ser para nós um motivo suplementar para o levar a cabo.
“Também é bom amar, pois o amor é coisa difícil. O amor de um ser humano por outro: isto é, talvez, o mais difícil que já nos foi incumbido. É a prova suprema e derradeira, a tarefa final, ante a qual todas as outras não foram senão um ensaio. Por isso, não sabem nem podem amar ainda os jovens, que em tudo são principiantes. Hão-de aprendê-lo. Com todo o seu ser, com todas as forças reunidas em torno do coração solitário e angustiado que palpita alvoraçadamente – devem aprender a amar. Mas toda a aprendizagem é sempre um longo período de retiro e clausura. Assim, o amor é por muito tempo e até muito longe dentro da vida, solidão, isolamento crescido e aprofundado por aquele que se ama. Amar não é, em princípio, nada que possa significar absorver-se em outro ser, nem entregar nem unir-se a ele. Pois, o que seria uma união entre dois seres inacabados, falhos de luz e liberdade? Amar é antes uma oportunidade, um motivo sublime, que se oferece a cada indivíduo para amadurecer e chegar a ser algo em si mesmo; para tornar-se um mundo, todo um mundo, por amor a outro.”
in “Cartas a Um Jovem Poeta” (sétima carta, de 14 de Maio de 1904), Rainer Maria Rilke
“Também é bom amar, pois o amor é coisa difícil. O amor de um ser humano por outro: isto é, talvez, o mais difícil que já nos foi incumbido. É a prova suprema e derradeira, a tarefa final, ante a qual todas as outras não foram senão um ensaio. Por isso, não sabem nem podem amar ainda os jovens, que em tudo são principiantes. Hão-de aprendê-lo. Com todo o seu ser, com todas as forças reunidas em torno do coração solitário e angustiado que palpita alvoraçadamente – devem aprender a amar. Mas toda a aprendizagem é sempre um longo período de retiro e clausura. Assim, o amor é por muito tempo e até muito longe dentro da vida, solidão, isolamento crescido e aprofundado por aquele que se ama. Amar não é, em princípio, nada que possa significar absorver-se em outro ser, nem entregar nem unir-se a ele. Pois, o que seria uma união entre dois seres inacabados, falhos de luz e liberdade? Amar é antes uma oportunidade, um motivo sublime, que se oferece a cada indivíduo para amadurecer e chegar a ser algo em si mesmo; para tornar-se um mundo, todo um mundo, por amor a outro.”
in “Cartas a Um Jovem Poeta” (sétima carta, de 14 de Maio de 1904), Rainer Maria Rilke
Tuesday, September 23, 2008
Porque as coisas mais doces podem ser as mais simples
"You go your way
I'll go your way too"
The Sweetest Little Song, LEONARD COHEN, 2000
I'll go your way too"
The Sweetest Little Song, LEONARD COHEN, 2000
Ouvi uma vez o Miguel Esteves Cardoso dizer, na televisão, que a mulher lhe mostrou este poema para lhe explicar o que as mulheres querem dos homens
Tuesday, June 17, 2008
Versos Livres
"EU AMEI, VOCÊ AMOU
EU CHOREI, VOCÊ CHOROU
EU ERREI, VOCÊ, VOCÊ SE FOI
E EU QUIS DIZER SOMENTE UMA PALAVRA
E QUEM SABE, ASSIM, REABRIR AS PORTAS DO TEU CORAÇÃO.
PERDÃO."
Anónimo brasileiro
EU CHOREI, VOCÊ CHOROU
EU ERREI, VOCÊ, VOCÊ SE FOI
E EU QUIS DIZER SOMENTE UMA PALAVRA
E QUEM SABE, ASSIM, REABRIR AS PORTAS DO TEU CORAÇÃO.
PERDÃO."
Anónimo brasileiro
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