Monday, July 26, 2010

Como, quase de um dia para o outro, e com uma leveza que perturba, se deita para trás das costas amizades de anos - é do que mais me impressiona (e me custa), ainda hoje.

Sunday, July 25, 2010

"Ele era um homem sensato, aos poucos tornou-se um idiota e agora é uma besta"

in "Othello", Shakespeare

Monday, June 07, 2010

Prefiro o amor companheiro ao amor romântico

Tuesday, June 01, 2010

Não quero ser um estereótipo nem uma estatística. Eu quero ser eu.

Friday, November 27, 2009

É assim mesmo.

No Abrupto:

"COISAS DA SÁBADO:
O QUE SÓ SE SABE DEPOIS DAS ELEIÇÕES E QUE SE DEVERIA TER SABIDO ANTES

Tanta coisa! O número do deficit por exemplo, deliberadamente escondido meses após meses, com a publicitação de números e previsões irrealistas, denunciadas por todos, partidos e economistas, e que teve o papel de ainda mais descredibilizar o Ministro das Finanças, um dos poucos que ainda incutia alguma confiança aos portugueses. A cegueira eleitoralista foi tal que o Ministro negou previsões da EU e de outras instituições internacionais como “excessivamente pessimistas”.

Que a economia e as finanças estavam muito mal, pressentia-se e sabia-se. Mas a real dimensão dos problemas foi escondida e ainda está escondida na sua dimensão real. O que vai acontecer é que esta teimosia no erro, vai ter custos graves para o país. Vai adiar medidas inevitáveis, vai agravar tendências negativas, até que de repente vamos todos acordar com uma economia ingovernável, com as finanças descontroladas e o país na falência. Não excluo, como já disse uma vez, que nessa altura o PS saia de cena pela porta mais baixa que encontrar e deixe a outrem uma crise gravíssima. Estamos mais perto disso do que se pensa e o mero apego ao poder do PS, forte que seja, pode soçobrar perante medidas internacionais gravosas para Portugal e um colapso “argentino”. E tudo isto, sem qualquer responsabilidade da oposição. Apenas pela fuga em frente e pela ocultação da realidade. A continuar assim ainda achamos Medina Carreira um optimista."

Sunday, October 11, 2009

Wednesday, October 07, 2009

Se criasse o blogue hoje, intitulava-o de "O Invisível"

Tuesday, October 06, 2009

Thursday, October 01, 2009

Já me tinha esquecido disto, mas morri há muito tempo. Só finjo que não.

Friday, September 18, 2009

Self-portrait

"The Desperate Man", Gustave Courbet, 1843–1845

Sunday, September 13, 2009

Para aliviar um pouco a neura

uma debate original sobre música (e contas de almoço):

7 Artes - Música

Tuesday, August 25, 2009

Às vezes

penso que sou muito engraçado. A seguir reflicto, tento pôr-me à prova. Chego à conclusão que, de facto, sou muito engraçado. E que tenho muitas outras qualidades muito boas e não muito comuns, até atrevo-me a dizer especiais. E depois fico deprimido.

Amor de primeira na idade terceira

"Nunca é Tarde Demais para Amar", Andreas Dresen, 2008

Monday, August 10, 2009

John Hughes

John Hughes, 1950-2009

Se eu fosse realizador, ele seria a minha principal influência.

Precisamos destes filmes, não das Hannah Montanas.


Tenho a certeza

de que, se me esforçasse e me concentrasse, conseguiria transformar o não fazer nada numa forma de arte.

Mas não me apetece.

No limiar

de qualquer coisa. Sem humor nem vontade de me mexer.

"No Limiar da Eternidade", Vincent Van Gogh

Tuesday, August 04, 2009

E, também, de que vale

um espírito que deseja ser rico se depois tem medo ou não consegue mostrar-se aos outros?

De que vale

um espírito rico, ou que tem atitude em desejar ser rico, se está no meio do pântano?

Um grande, grande aperto no coração e um grande, grande nó no estômago

É assim que eu reajo desde há alguns (não, há muitos) dias a praticamente tudo o que vejo, leio, sinto, penso, lembro, relembro, oiço... quer esteja relacionado com a minha vida (directa ou indirectamente), quer seja sobre coisas ou acontecimentos fora da minha vida mas que me interessam. E tudo, tudo, tudo o que capto no meu radar tem-me interessado, parece que redescobri aquela super-curiosidade que tive em tempos, quando era criança.
Essa hiper-sensibilidade é o resultado, entre outros, de muitas implosões, que são a coisa mais constante em mim. Que cada vez cicatrizam pior ou já nem isso.